Disputa pelo Senado no Distrito Federal em 2026

Em 2026, o Distrito Federal verá a disputa por duas cadeiras no Senado, envolvendo 11 candidatos que buscam conquistar a confiança dos eleitores. Os registros de patrimônio revelam uma variação significativa entre os postulantes, refletindo suas realidades financeiras.

A candidata que se destaca neste cenário é Michelle Bolsonaro, do PL, que declarou um patrimônio de R$ 4,4 milhões. Em uma posição inferior, Bia Kicis, também do PL, declarou R$ 1,3 milhão. Outros candidatos, como Érika Kokay (PT) e Guto Felício dos Santos (PSDB), apresentaram patrimônios de R$ 484 mil e R$ 441,6 mil, respectivamente.

Patrimônios dos Candidatos

Os valores declarados pelos principais candidatos são os seguintes:

  • Michelle Bolsonaro (PL): R$ 4,4 milhões
  • Bia Kicis (PL): R$ 1,3 milhão
  • Érika Kokay (PT): R$ 484 mil
  • Guto Felício dos Santos (PSDB): R$ 441,6 mil
  • Sebastião Coelho (Novo): R$ 390 mil
  • Professor Guilherme Amorim (UP): R$ 358,4 mil
  • Tiago (Agir): R$ 318 mil
  • Leila do Vôlei (PDT): R$ 170,9 mil

Além disso, Marley (Avante) e Zanata (PSTU) declararam não possuir bens. Um caso curioso envolve Tiago (Agir), que apresentou um erro em sua declaração, informando R$ 1,5 quatrilhão, um lapso corrigido posteriormente para R$ 15 mil.

Intenções de Voto e Cenário Eleitoral

Uma pesquisa recente realizada pela Paraná Pesquisas entre os dias 17 e 19 de julho, com uma amostra de 1,5 mil eleitores, mostra as senadoras Leila do Vôlei e Michelle Bolsonaro liderando as intenções de voto para o Senado. A margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-01326/2026 e aponta a força das candidaturas no cenário atual, destacando a relevância política e social das aspirantes ao cargo.

Expectativas para a Campanha

A corrida para o Senado em 2026 promete ser acirrada, com candidatos buscando cada vez mais formas de se destacar entre os eleitores. A transparência nas declarações de patrimônio será um fator crucial na construção da imagem pública de cada um, bem como a habilidade em lidar com a repercussão de erros, como o recente engano de Tiago.