O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu aplicar punições severas a membros da diretoria do Vasco da Gama após uma série de incidentes durante o confronto contra o Vitória, ocorrido no Estádio de São Januário. Admar Lopes, Felipe Loureiro, o coordenador de performance Daniel Félix e o preparador de goleiros Nelcírio Franchin foram suspensos por 15 dias devido ao comportamento inadequado após a expulsão do jogador Cauan Barros.
Durante a partida, realizada na noite de quarta-feira, 26 de agosto de 2026, o Vasco venceu o Vitória por 1 a 0, mas a situação se deteriorou no primeiro tempo. Após a expulsão de Barros, o preparador de goleiros, Daniel Félix, dirigiu-se à equipe de arbitragem de maneira hostil ao se encaminhar para o vestiário. A situação se agravou com a presença de um segurança do clube, que, segundo relatos, proferiu ofensas e teve que ser contido pela polícia.
Ainda na tentativa de confrontar os árbitros, outros diretores, incluindo Felipe Loureiro e Admar Lopes, também se aproximaram do grupo arbitral com atitudes agressivas. Nelcírio Franchin chegou a tentar agredir o quarto árbitro antes de ser deterido. A hostilidade não se limitou aos diretores; a torcida vascaína também participou do tumulto, lançando copos e pedras de gelo em direção aos árbitros durante o intervalo e ao retorno para o segundo tempo.
Após o apito final, Felipe Loureiro e Admar Lopes continuaram a contestar as decisões dos árbitros. Em resposta a essa série de incidentes, o STJD não apenas suspendeu os diretores, mas também multou o Vasco em R$ 20 mil devido aos arremessos de objetos pela torcida.
Até o momento, a assessoria de imprensa do Vasco da Gama não se manifestou sobre a decisão do STJD, e o Poder360 aguarda um retorno oficial do clube, que será incorporado a esta reportagem assim que disponível.




