Uma nova pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5/8), indica que a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua a ser aprovada por 48% da população. Em contrapartida, 47% dos entrevistados expressaram desaprovação. Estes dados sugerem uma estabilidade nos índices de aprovação do presidente, já que a pesquisa anterior, realizada em julho, apresentou resultados semelhantes.
Os números da pesquisa mostram que apenas 5% dos participantes não souberam ou não quiseram opinar sobre a gestão do presidente. Além disso, a avaliação do governo Lula entre os eleitores revela um empate técnico: 36% consideram sua administração negativa, enquanto uma porcentagem equivalente a 36% a avalia como positiva. Outros 26% classificaram a gestão como regular.
Detalhes da pesquisa
Em um cenário eleitoral hipotético, se as eleições fossem realizadas hoje, Lula teria uma vantagem de 44% sobre 39% em um eventual segundo turno. A pesquisa também revelou que 68% dos entrevistados afirmam ter uma escolha de voto definitiva em relação a Flávio, número que aumentou em comparação aos 62% registrados no mês anterior.
No campo da direita não bolsonarista, o candidato do PL, Flávio, conseguiu recuperar parte do apoio, aumentando sua intenção de voto de 74% para 81%. Além disso, 59% dos entrevistados consideram a reconciliação entre Flávio e Michelle como um fator positivo, o que elevou suas chances de vitória para 46%.
Entretanto, a pesquisa aponta que 52% dos participantes desaprovam a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impediu visitas de Flávio a Jair Bolsonaro. Também foi observada uma redução na percepção de melhora da renda, atribuída ao programa Desenrola e à isenção de Imposto de Renda para valores até R$ 5 mil, em comparação com julho.
A avaliação do presidente Lula em relação ao aumento de tarifas, chamado de tarifaço, foi mal recebida, com 43% dos entrevistados desaprovando sua reação, um aumento em relação aos 36% de julho.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 3 de agosto e ouviu 2.004 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06591/2026.




