Uma pesquisa recente do Instituto Vox Brasil, divulgada na sexta-feira, 31 de julho, mostra que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente nas intenções de voto para o primeiro turno das eleições de 2026, com expressivos 40,5%.
O levantamento, realizado entre os dias 26 e 28 de julho, entrevistou 2.100 cidadãos brasileiros com 16 anos ou mais. A pesquisa possui um nível de confiança de 95% e uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais, o que a torna um indicador relevante das tendências eleitorais. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é identificado pelo código BR-01084/2026.
Resultados da Pesquisa
Os números revelam uma diferença significativa entre os principais candidatos:
- Lula (PT): 40,5%
- Flávio Bolsonaro (PL): 31,2%
- Ronaldo Caiado (PSD): 5,5%
- Romeu Zema (Novo): 3,2%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Augusto Cury (Avante): 1,1%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,9%
- Clariana Barão (DC): 0,7%
- Edmilson Costa (PCB): 0,6%
- Leonardo Avalanche (PRTB): 0,5%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0,4%
- Hertz Dias (PSTU): 0,3%
- Samara Martins (UP): 0,2%
- Nenhum/Branco/Nulo: 2,3%
- Não sabe/Não opinou: 9,6%
Comparando com a pesquisa anterior, realizada em junho, Lula teve um crescimento de 2,2 pontos percentuais, subindo de 38,3% para 40,5%. Por outro lado, Flávio Bolsonaro viu sua intenção de voto cair de 32,2% para 31,2%.
Cenário Para o Segundo Turno
Se as eleições avançarem para um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário também se mostra favorável ao presidente, que contaria com 47,5% das intenções de voto, contra 41,1% do senador. A pesquisa indica que 7,5% dos entrevistados optariam por nenhum dos candidatos, enquanto 3,9% ainda não sabem ou não opinaram.
Esses dados reforçam o crescimento contínuo de Lula, que também apresentou um aumento de 2,2 pontos em relação ao levantamento de junho, quando contava com 45,3% das preferências no cenário de segundo turno. No mesmo período, Flávio caiu de 42,8% para 41,1%.
Implicações Futuras
A pesquisa da Vox Brasil destaca não apenas o panorama atual das intenções de voto, mas também sugere potenciais dinâmicas nas campanhas eleitorais à medida que os candidatos se preparam para os próximos debates e interações com o eleitorado. Os próximos meses serão cruciais para moldar a corrida eleitoral e o cenário político do país.




