Trump busca reversão de suspensão de Balogun na FIFA

Na última quarta-feira, 2 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma ligação ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, para discutir a suspensão do atacante Folarin Balogun, que havia recebido cartão vermelho durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina. A informação foi confirmada por fontes próximas ao diálogo, segundo o New York Times.

Após a conversa, o Comitê Disciplinar da FIFA anunciou, no domingo, 5 de julho, que Balogun estaria liberado para participar da partida das oitavas de final contra a Bélgica na Copa do Mundo de 2026, programada para a próxima segunda-feira, 6 de julho, em Seattle.

O jogador, que foi expulso aos 19 minutos do segundo tempo na vitória dos EUA por 2 a 0 sobre a Bósnia, inicialmente enfrentava a possibilidade de ficar fora do crucial jogo das oitavas. Contudo, a FIFA tomou a decisão de suspender a execução da sua penalização por um ano, conforme estipulado no Artigo 27 do Código Disciplinar da entidade.

Exceção histórica da FIFA e apoio de Trump

Esta situação marca uma exceção sem precedentes na história da FIFA, que, pela primeira vez desde 1962, permite que um jogador suspenso participe de uma partida importante. A decisão ocorre em um momento em que Infantino busca estreitar relações com a administração Trump, que recentemente foi laureada com o Prêmio da Paz da FIFA, uma ação vista como parte de uma estratégia para estimular a simpatia do ex-presidente dos EUA.

Trump expressou sua satisfação nas redes sociais ao celebrar a reversão da suspensão de Balogun, agradecendo à FIFA por ter “feito a coisa certa” e corrigido o que considerou uma “grande injustiça”.

Expectativas para as oitavas de final

A equipe americana mira avançar às quartas de final de uma Copa do Mundo pela primeira vez desde a edição de 2002, realizada na Coreia do Sul e Japão. A presença de Balogun em campo é vista como crucial para as chances dos EUA contra a forte equipe da Bélgica.

Com essa nova reviravolta, o futuro do futebol americano se torna ainda mais promissor, à medida que a seleção busca superar seus limites e deixar sua marca na história do torneio.