Trump lamenta a morte do senador Lindsey Graham
No último domingo, 12 de julho, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações sobre a morte do senador Lindsey Graham, um proeminente membro do Partido Republicano e amigo próximo. Graham, que tinha 71 anos, foi encontrado morto em decorrência de uma doença súbita, pouco tempo após uma conversa com Trump.
Trump revelou que havia falado com Graham na noite anterior à sua morte, comentando que o senador parecia cansado, mas estava animado para trabalhar em novos projetos, incluindo o SAVE America Act, uma proposta de reforma eleitoral. "Ele disse que estava cansado, mas queria aprovar a lei. Eu disse: 'Vamos conseguir, Lindsey. Nos veremos em breve'. Nunca pensei que poderia ser a última vez que falaria com ele", afirmou o ex-presidente durante o programa Meet the Press da NBC News.
O senador Graham havia retornado recentemente de uma viagem à Ucrânia, onde se encontrou com o presidente Volodymyr Zelensky. O presidente Trump expressou sua tristeza pela perda, caracterizando Graham como um membro da família e um patriota exemplar. "Ele fará falta. Era um verdadeiro lutador pela América", disse Trump.
Como uma forma de homenagear o senador, Trump solicitou que as bandeiras dos Estados Unidos fossem hasteadas a meio mastro até sábado, 18h. O ex-presidente também utilizou suas redes sociais para expressar seu pesar e relembrar o impacto que Graham teve em sua vida e na política americana.
De acordo com um comunicado do gabinete do senador, sua morte foi resultado de uma “breve e repentina doença”. Informações preliminares de um médico legista indicam que a causa foi uma ruptura da aorta, uma condição relacionada a doenças cardiovasculares.
Trump continuou a elogiar Graham, chamando-o de um dos maiores senadores que conheceu: "Ele estava sempre trabalhando e era um verdadeiro patriota americano. O país perdeu uma grande pessoa, e ele fará muita falta!". O ex-presidente indicou que mais informações sobre o funeral serão divulgadas em breve.




