Na madrugada desta terça-feira, 28 de julho, um terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter atingiu o Japão, especificamente a região de Kumamoto. O evento ocorreu às 4h27, horário de Brasília, e às 16h27 no horário local, a uma profundidade de 10 quilômetros.
A Agência Meteorológica do Japão emitiu um alerta de tsunami preventivo, que abrange as províncias de Fukuoka, Saga, Nagasaki e Kumamoto. A medida foi adotada para garantir a segurança da população, apesar de não haver registros imediatos de ondas devastadoras.
Segundo informações do Japan Times, aproximadamente 45 mil residências em Kumamoto ficaram sem fornecimento de energia elétrica após o tremor. A região, que já experimentou desastres sísmicos em um passado recente, está particularmente vulnerável.
É importante lembrar que há uma década, a mesma área foi palco de dois terremotos devastadores que resultaram em 278 mortes e deixaram 2.800 pessoas feridas. A memória desses eventos trágicos ainda é latente entre os habitantes da região.
Além do Japão, a manhã também foi marcada por tremores na China. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registrou um primeiro terremoto de 5,7 graus, com epicentro a 10 km de profundidade, às 0h16, horário de Brasília. Um segundo abalo sísmico foi detectado logo em seguida, às 0h34, com magnitude de 5,8 e também a 10 km de profundidade, ambos classificados como muito fortes.
Esses eventos sísmicos ressaltam a necessidade de preparação e alerta em regiões propensas a terremotos, como Japão e China, onde as autoridades estão constantemente atentas para minimizar os riscos e garantir a segurança da população.




