O supertufão Bavi, classificado como um ciclone de categoria 5, atingiu a costa do Pacífico na noite de domingo (5/7) e provocou grandes estragos em ilhas norte-americanas. Com ventos que alcançaram até 290 km/h e rajadas de até 346 km/h, a tempestade forçou a emissão de alertas severos para a população das regiões afetadas.
A ilhada Rota foi a primeira a sentir o impacto do ciclone, levando o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS) a alertar para os ventos extremos. Além de Rota, as localidades de Guam, Saipan e Tinian também foram colocadas em alerta, com recomendações claras para que os habitantes permanecessem em abrigos seguros, longe de janelas e áreas suscetíveis a destroços.
A governadora de Guam, Lou Leon Guerrero, reforçou a urgência da situação, solicitando que os moradores evitassem sair de casa até que a tempestade passasse. Embora o Bavi tenha se movido rapidamente, as previsões meteorológicas indicavam a possibilidade de chuvas intensas e condições de tempestade tropical também durante a segunda-feira (6/7).
O NWS alertou que ventos com velocidades entre 80 e 100 km/h e rajadas de até 160 km/h podiam persistir até o final da tarde, aumentando ainda mais os perigos para as comunidades já afetadas pelo ciclone. A difícil situação exigiu que equipes de emergência se preparassem para possíveis interrupções no fornecimento de energia e danos significativos à infraestrutura local.
Este evento climático extremo não apenas ressalta a vulnerabilidade das ilhas do Pacífico a fenômenos naturais, mas também levanta questões sobre a preparação e a resposta a desastres em regiões frequentemente atingidas por tufões.




