O Secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Markwayne Mullin, manifestou sua satisfação com a eliminação da seleção iraniana da Copa do Mundo. Em uma coletiva de imprensa, ele elogiou a decisão da equipe em encerrar sua participação no torneio, ressaltando as complicações que surgiram durante a estadia da delegação no país.
Mullin destacou que a delegação do Irã foi a que mais complicações trouxe para as autoridades americanas durante a fase de grupos. "Estou muito feliz que eles não voltarão para os EUA. Fiquei contente ao saber que conseguimos cancelar seus vistos e informar que deveriam deixar o território americano. Posso até ter feito uma pequena dança de celebração", comentou o secretário.
A participação do Irã na Copa do Mundo foi marcada por tensões, considerando a rivalidade histórica entre os dois países. Em decorrência dessa relação conturbada, o governo americano impediu que os atletas iranianos se hospedassem em território dos EUA. Como resultado, a equipe teve que se alojar em Tijuana, no México, e realizar deslocamentos específicos para suas partidas nos Estados Unidos.
Durante esses deslocamentos, alguns membros da delegação iraniana enfrentaram retenções por parte das autoridades para a verificação de documentos. Um dos incidentes mais notáveis foi com Mehdi Taremi, capitão e estrela da seleção, que também foi detido durante esse processo.
O Irã integrou o Grupo G na Copa do Mundo, ao lado de seleções como Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A equipe encerrou sua participação na terceira posição, somando três pontos e sem avançar para a fase eliminatória do torneio.




