As eleições gerais de outubro estão mobilizando partidos em todo o Brasil, e Mato Grosso não é exceção. No estado, já foram anunciados sete pré-candidatos ao governo e 11 nomes para o Senado, todos aguardando a oficialização nas convenções partidárias programadas entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Enquanto as convenções não ocorrem, os pré-candidatos têm a liberdade de levantar recursos e apresentar suas propostas ao público. Este ciclo eleitoral é significativo, pois além de eleger o presidente e governador, os eleitores também votarão para deputados federal e estadual, assim como para dois senadores.
Pré-Candidatos ao Governo de Mato Grosso
- Alex Pucineli: Empresário e pré-candidato.
- Caiubi Kuhn: Geólogo em busca de apoio.
- Jayme Campos: Atual senador e ex-governador.
- Marcelo Maluf: Empresário do setor da construção civil.
- Maurício Coelho: Empresário e pré-candidato.
- Maurício Tonhá: Produtor rural e ex-prefeito de Água Boa.
- Natasha Slhessarenko: Médica e empresária.
- Rafael Milas: Jornalista e empresário.
- Laudicério Machado: Sargento da Polícia Militar.
- Wellington Fagundes: Senador da República com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Pré-Candidatos ao Senado
- Produtor rural: Ex-presidente da Aprosoja Brasil, busca novamente uma vaga no Senado.
- Senador atual: Deixou o cargo de Ministro da Agricultura para se dedicar à sua campanha de reeleição.
- Deputada estadual: A mais votada, com forte presença no MDB-MT.
- Deputado federal: Ex-senador e figura proeminente da ala bolsonarista.
- Suplente: Que assumiu a cadeira de Fávaro e busca viabilizar sua própria candidatura.
- Ex-governador: Tentando retornar ao Senado após deixar o cargo de governador.
- Ex-senador: Agora à frente do PSB em Mato Grosso, busca seu retorno ao Congresso.
Atividades Permitidas na Pré-Campanha
Os pré-candidatos estão autorizados a divulgar suas intenções candidatas, participar de entrevistas e debates, além de atuar nas redes sociais. Eles também podem solicitar apoio político, realizar viagens pelo estado e interagir com diversos setores da sociedade, sempre sem pedir votos nessa fase inicial.




