A maratona eleitoral de 2026 entra em uma fase decisiva com a divulgação de uma extensa rodada de pesquisas de intenção de voto agendadas para esta quinta-feira (24). O volume de dados promete redefinir as estratégias das candidaturas tanto no âmbito federal quanto nos bastidores das disputas regionais, fornecendo ao público um diagnóstico atualizado do cenário político do país.
Ampla cobertura nacional com institutos renomados
No plano federal, seis empresas de inteligência e pesquisa de opinião estão autorizadas a divulgar seus levantamentos mais recentes. Entre as organizações que trazem diagnósticos de alcance nacional destacam-se o Datafolha, o PoderData, a Real Time Big Data, a 100% Cidades, a Palver e a Alfa Inteligência.
Esse conjunto de sondagens busca medir a temperatura do eleitorado, avaliando o grau de consolidação dos votos e a movimentação das preferências dos eleitores a nível nacional.
Panorama estadual: amostragem em todas as regiões
Além dos estudos de âmbito nacional, o dia reserva um mapeamento abrangente das disputas locais. Os levantamentos cobrem o Distrito Federal e 19 unidades da federação, permitindo examinar as dinâmicas regionais que impactam a formação das bancadas no Congresso Nacional e as alianças partidárias.
Os estados com sondagens previstas para divulgação são:
- Região Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
- Região Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
- Região Nordeste: Bahia, Pernambuco, Alagoas, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
- Região Norte: Amazonas, Amapá, Pará e Rondônia.
- Região Centro-Oeste: Goiás e o Distrito Federal.
Rigor regulatório e transparência metodológica
Conforme exige a legislação eleitoral brasileira, a publicação de pesquisas em anos de eleição está condicionada ao cumprimento de regras rígidas de transparência. Todo levantamento divulgado precisa estar devidamente registrado na Justiça Eleitoral, acompanhado do detalhamento de sua metodologia, contratante, tamanho da amostra e margem de erro.
A obrigatoriedade garante que analistas, partidos e cidadãos possam avaliar os dados com base em padrões científicos consolidados, conferindo previsibilidade e segurança ao processo democrático.


