A Copa do Mundo de 2026 trouxe à tona desafios significativos para a seleção do Irã, que foi eliminada na fase de grupos. A delegação iraniana enfrentou longos deslocamentos entre os jogos, que ocorreram nos Estados Unidos, e isso gerou uma série de críticas.

Robson Morelli, conhecido apresentador do programa Corneta Metrópoles, expressou sua insatisfação em relação ao tratamento que a equipe iraniana recebeu. Segundo ele, as condições enfrentadas pelo time durante o Mundial foram desrespeitosas e merecem atenção.

A sede em Tijuana, no México, complicou ainda mais a situação. A necessidade de percorrer grandes distâncias para participar dos jogos nos Estados Unidos não apenas prejudicou a logística da equipe, mas também impactou diretamente seu desempenho.

As críticas não se restringem apenas à logística. O astro da seleção iraniana, Mehdi Taremi, também se manifestou sobre a situação, apontando para a falta de respeito da FIFA e questionando a realização de uma Copa do Mundo com tais condições.

Em meio a este cenário, o Irã não conseguiu superar as adversidades e foi superado pelo Egito em um jogo decisivo que resultou em um empate, levando a seleção egípcia a avançar na competição.

Além de Taremi, outros membros da equipe têm expressado sua frustração, destacando a tensão crescente entre o Irã e a FIFA, especialmente após a polêmica em torno do jogo conhecido como Jogo do Orgulho.

No programa Corneta Metrópoles, apresentado por Marília Ruiz e Fábio Piperno, Morelli trouxe à tona a questão do tratamento do Irã durante o torneio, enfatizando a necessidade de uma reflexão sobre como os times são tratados em eventos esportivos de grande porte.

À medida que a Copa do Mundo continua, muitos questionam se a FIFA está realmente atenta às necessidades das seleções participantes, especialmente aquelas que enfrentam desafios logísticos e sociais únicos.