No último dia 23 de julho, o Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a candidatura de Randolfe Rodrigues ao Senado, buscando sua reeleição pelo Amapá. O anúncio ocorreu durante uma convenção que teve lugar na sede do Sindicato dos Urbanitários, localizado no bairro Trem, em Macapá.

A convenção contou com a participação da Federação Brasil da Esperança, que inclui PT, PCdoB e PV, além do PDT. Durante o evento, as legendas também manifestaram apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição.

Randolfe, que ocupa a liderança do governo Lula no Congresso desde 2011, fez um discurso otimista sobre o futuro do Amapá. “O Amapá que virá será o Amapá da economia do petróleo. Será o Amapá em que usaremos essa riqueza para construir uma sociedade de pleno emprego na sua economia e de acesso à educação e à saúde para todos os amapaenses,” afirmou o candidato.

O atual mandato de Randolfe se estende até 2027, e sua intenção é garantir mais oito anos no Senado. As eleições deste ano permitirão que cada unidade da federação, além do Distrito Federal, eleja dois senadores.

No Amapá, Randolfe faz parte da chapa apoiada pelo governador Clécio Luís, do União Brasil, e pela presidente da Assembleia Legislativa, Alliny Serrão, também do União Brasil. Essa aliança política é coordenada por Davi Alcolumbre, presidente do Senado e do Congresso Nacional, que, apesar de pertencer a um partido diferente, mantém um apoio mútuo a Randolfe.

Essa união entre Randolfe e Alcolumbre no cenário eleitoral do Amapá demonstra uma estratégia de colaboração que visa fortalecer suas candidaturas, mesmo com a diversidade partidária.