Morre o icônico Totonho, fundador do Grupo Raça

O mundo da música brasileira se despede de Luiz Antônio Silva, conhecido como Totonho, que faleceu na quinta-feira, 2 de julho, aos 69 anos. O artista, que estava prestes a completar 70 anos, deixou um legado significativo como um dos fundadores do Grupo Raça, uma das bandas que ajudaram a popularizar o pagode romântico.

Em um comunicado divulgado nas redes sociais, o Grupo Raça expressou sua profunda tristeza pela perda de Totonho, ressaltando que ele foi muito mais do que um músico talentoso. A nota enfatiza sua generosidade, seu sorriso cativante e a habilidade de iluminar qualquer ambiente. “Com seu talento e alegria, fez do Grupo Raça uma referência de samba e de união, levando cultura e emoção a todos que tiveram a sorte de ouvi-lo”, diz a mensagem.

Um legado musical inigualável

Totonho foi parte fundamental da formação do Grupo Raça em 1985, junto a outros músicos talentosos, como Marley, Marquinhos, Mongol, Ronaldinho, Valney e Carlinhos. Desde o lançamento de seu primeiro álbum em 1987, a banda conquistou o público com sucessos marcantes, incluindo faixas como Dona da Minha Sina, O Teu Chamego e Quem Ama.

“Sua partida deixa um vazio imenso no coração da família, dos amigos e de todos os fãs que por décadas foram embalados por sua arte”, completou a nota, que não revelou a causa da morte.

Últimos momentos e despedida

O velório de Totonho está marcado para hoje, 3 de julho, no Cemitério de Inhaúma, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Os fãs e amigos poderão prestar suas últimas homenagens a partir das 13h, com o sepultamento programado para as 16h.

A perda de Totonho é sentida profundamente por todos que o conheceram e que se encantaram com sua música. O legado que ele deixa é um testemunho do impacto que teve na cena musical e emocional de tantos brasileiros.