A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) está à espera de um laudo complementar do Instituto Médico-Legal (IML) para reavaliar a gravidade das lesões sofridas por Mariana Eustáquio, filha do jornalista Oswaldo Eustáquio. Este exame pode levar a um indiciamento mais severo por lesão corporal contra Iasmin Pinheiro, já apontada como responsável pela agressão.
O indiciamento de Iasmin foi formalizado pelos investigadores da 1ª Delegacia de Polícia, localizada na Asa Sul de Brasília, após um incidente ocorrido em um bar local. A situação se agravou durante uma briga em que Mariana foi agredida. A PCDF destaca que o laudo do IML pode revelar se as lesões causaram incapacitação por mais de 30 dias ou se houve sequelas permanentes, o que alteraria a tipificação do crime.
De acordo com os dados disponíveis, a confusão teve início devido a um desentendimento no bar, durante a transmissão do jogo entre Brasil e Marrocos. Imagens de segurança capturaram o momento em que Mariana é puxada pelos cabelos por Iasmin, levando-a a cair e aparentemente perder a consciência.
No decorrer das investigações, a polícia não encontrou evidências que indicassem uma motivação política para o ataque, descartando assim qualquer relação com os recentes conflitos no cenário nacional. Mariana, em seu depoimento, explicou que se aproximou para ajudar uma amiga antes de ser agredida.
As informações coletadas, incluindo depoimentos, gravações de câmeras de segurança e laudos periciais, foram suficientes para que o delegado responsável pelo caso decidisse pelo indiciamento de Iasmin por lesão corporal.
Enquanto isso, Oswaldo Eustáquio, que atualmente reside na Espanha, enfrenta a situação de ter mandados de prisão em aberto no Brasil, relacionados a investigações que incluem ameaças, corrupção de menores e possíveis tentativas de minar o estado democrático. Ele refuta todas as acusações que lhe são imputadas.




