Eduardo Torres, que é irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, saiu em defesa da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A declaração ocorreu em um evento que reuniu diversos outros pré-candidatos. Recentemente, Michelle havia acusado Flávio de desrespeito e humilhação, criando um clima de tensão familiar que ganhou as manchetes.

Durante sua fala, Eduardo explicou que o conflito familiar foi apenas um mal-entendido que precisava ser esclarecido. Ele destacou que a política e as relações pessoais devem ser vistas separadamente, afirmando: "O que ocorreu na semana passada foi apenas um conjunto de esclarecimentos. O que importa aqui é a candidatura que pode nos tirar das sombras que o PT e o Lula colocam sobre nós. O tratamento que minha irmã recebe é algo que eu defenderei, independentemente de quem venha o ataque. Essa situação é passageira", afirmou.

Eduardo também enfatizou que nunca houve um esforço para boicotar a candidatura de Flávio, desmentindo quaisquer rumores sobre isso. As tensões em torno das relações familiares se intensificaram quando Michelle, em suas redes sociais, afirmou que está sendo alvo de ataques coordenados, que ela considera como "maledicência" vinda de fora.

Em um vídeo postado na última quarta-feira (24/6), Michelle expressou que se sentiu maltratada por Flávio durante uma conversa telefônica ocorrida em novembro de 2025, classificando o episódio como uma “punhalada”. Essa discussão surgiu após críticas feitas por Michelle à aliança do PL com Ciro Gomes (PSDB) no Ceará, já que ela apoia a candidatura de Eduardo Girão (Novo).

Na sequência, Michelle tranquilizou seus seguidores ao afirmar que não guarda ressentimentos, enfatizando que sua intenção ao divulgar os vídeos era esclarecer uma situação que estava sendo mal interpretada. Por sua vez, Flávio Bolsonaro se manifestou nas redes sociais, pedindo desculpas e negando qualquer intenção de ofender sua madrasta. Ele reiterou que deseja manter a paz familiar, apesar das divergências políticas.