Artista Enfrenta Consequências Legais por Atraso em Pensão

O funkeiro Samuel Sant’anna, mais conhecido como Gato Preto, foi preso na madrugada de domingo, 12 de julho, em Ribeirão Preto, São Paulo. A detenção ocorreu após a verificação de um mandado de prisão em aberto devido a uma dívida de aproximadamente R$ 35 mil em pensão alimentícia, conforme revelou sua ex-companheira, Nicoly Bertolini.

Nicoly, mãe de Rael, de 2 anos e 7 meses, relatou em um vídeo divulgado pelo portal LeoDias que a prisão de Gato Preto foi o resultado de mais de sete meses de atrasos no pagamento da pensão. Segundo ela, após tentativas frustradas de estabelecer um novo acordo, a decisão de entrar com um mandado de prisão foi tomada.

Histórico da Situação

A influenciadora explicou que, em novembro de 2022, um acordo sobre a pensão foi firmado entre os dois, porém Gato Preto não cumpriu com suas obrigações financeiras. "Fizemos um acordo, ele não cumpriu. Tentamos realizar um novo acordo também, não tivemos resposta, e assim foi passando os meses. Entramos, então, com o mandado de prisão, e o juiz concedeu. Mesmo assim, ele não quis pagar", disse Nicoly.

Acusações de Alienação Parental Rebatidas

Além da questão financeira, Gato Preto fez acusações de alienação parental, as quais Nicoly refutou. Ela enfatizou que nunca impediu o artista de ver o filho, afirmando: "A pensão não precisa ser paga para ele ver o filho. Nunca precisei proibir esse contato, mas não vou deixar que ele queira buscar meu filho às onze horas da noite. Meu filho tem rotina e tudo precisa acontecer da forma que o juiz determinou".

Prisão e Problemas Legais Adicionais

O influenciador foi preso após a Polícia Militar atender a uma denúncia de briga de casal nas proximidades de um bar. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado como captura de procurado na Central de Polícia Judiciária, onde Gato Preto passou por audiência de custódia e permanece detido.

Vale ressaltar que, em maio de 2023, a Justiça de São Paulo também tornou Gato Preto réu por duas tentativas de homicídio por dolo eventual, decorrentes de um acidente de trânsito em que ele estava sob o efeito de álcool e drogas. O acidente ocorreu na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, e a promotoria alegou que ele assumiu o risco de causar a morte.