Laura Fernandez, ex-nora da famosa cantora Preta Gil, compartilhou suas emoções ao falar sobre o documentário 'Meu Nome é Preta', que aborda a vida e os desafios enfrentados pela artista. Em uma conversa com a jornalista Fábia Oliveira, durante a Noite dos Enredos na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro, ela revelou que a presença de Preta continua viva em seu dia a dia, mesmo após sua morte, ocorrida em julho de 2025, devido a um câncer no intestino.
A modelo e influenciadora digital desabafou sobre a experiência de assistir ao documentário, que a fez reviver memórias marcantes e repleta de saudade. “Foi uma experiência muito intensa. Ao ver o filme, eu chorava de soluçar, porque a Preta sempre será uma parte fundamental da minha vida”, relatou Laura.
Laura Fernandez, que é mãe de Sol de Maria e ex-companheira de Francisco Gil, destacou que, apesar do término de seu relacionamento, a conexão com a família Gil permanece forte. “A dor é constante, e a falta que ela faz é indescritível. A experiência de ver o documentário trouxe uma mistura de sentimentos que foi ao mesmo tempo dolorosa e bonita”, completou.
Além de descrever seu luto, Laura também fez uma reflexão sobre o impacto que Preta Gil teve em sua vida. Segundo ela, a partida da cantora transformou sua percepção sobre a felicidade. “A ausência dela me fez perceber que agora preciso encontrar novas formas de conviver com a saudade e de ser feliz sem ela”, afirmou.
O documentário não só homenageia a vida de Preta, mas também transmite uma mensagem clara sobre a importância de valorizar cada momento. Laura ressaltou que a obra oferece uma visão rica da jornada da artista, destacando sua força e autenticidade. “Preta sempre nos ensinou a viver plenamente e a sermos verdadeiros em tempos difíceis”, disse.
Para Laura, o legado deixado por Preta Gil é uma lição de resiliência e amor à vida, algo que deve ser lembrado e celebrado por todos que a admiravam. “Acredito que o documentário e a série são importantes para mostrar que devemos viver o presente e valorizar quem realmente somos”, concluiu.




