Na noite de quarta-feira, 22 de julho, os Estados Unidos conduziram sua 12ª sequência de operações militares no Irã, conforme anunciou o Comando Central dos EUA (Centcom). As ações visam alvos estratégicos iranianos, como instalações militares, capacidades marítimas e sistemas de defesa aérea.
O Centcom informou que os ataques têm como objetivo diminuir a habilidade do Irã de ameaçar embarcações civis e comerciais. O foco das operações inclui locais de armazenamento de mísseis, drones e equipamentos de vigilância costeira. Este mês, forças armadas americanas já haviam atingido diversas instalações militares no território iraniano.
Além das operações aéreas, os EUA reativaram o bloqueio naval contra o Irã, resultando no desvio de nove embarcações comerciais e na imobilização de uma delas. Este movimento reflete uma escalada nas tensões entre as duas nações, com os Estados Unidos reafirmando sua posição de força na região.
Em paralelo, a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou uma proposta orçamentária que destina US$ 95 bilhões (aproximadamente R$ 418 bilhões) para novos gastos, principalmente voltados à manutenção das operações militares contra o Irã. Este valor se soma a um orçamento já estipulado de cerca de US$ 1 trilhão para o ano, sinalizando a determinação americana em continuar suas ações na área.
Com um cenário cada vez mais tenso, o governo iraniano já declarou que qualquer apoio dado aos EUA na guerra será considerado como um “alvo legítimo”. Enquanto isso, a situação continua a ser monitorada de perto por especialistas em relações internacionais e segurança.




