O renomado cantor sertanejo Amado Batista se vê envolvido em uma ação judicial promovida pela Pirecal Pirenópolis Calcário, uma empresa fornecedora de calcário dolomítico. O processo, que teve início em maio deste ano, gira em torno de uma suposta dívida não quitada pelo artista.

De acordo com informações obtidas pela coluna Fábia Oliveira, o cantor adquiriu 84 toneladas de calcário, com um compromisso de pagamento que se estende até outubro de 2025. A fornecedora alega que os insumos foram devidamente entregues, com comprovações documentais, incluindo assinaturas de Amado nas notas fiscais e canhotos de entrega. No entanto, a empresa afirma que o músico não honrou o pagamento conforme acordado.

A Pirecal Pirenópolis enfatiza que, antes de recorrer à justiça, tentou resolver a situação de forma amigável em várias ocasiões, mas não obteve sucesso. Segundo a empresa, o cantor continua inadimplente e não demonstra interesse em regularizar a pendência financeira.

No âmbito judicial, a Pirecal solicitou que Amado Batista seja notificado para quitar a quantia de aproximadamente R$ 9,6 mil em um prazo de três dias. A empresa também pede que, caso o pagamento não seja efetuado, suas contas sejam bloqueadas e seu nome seja incluído em cadastros de devedores.

No dia 6 de junho, a juíza designada para o caso ordenou a citação do cantor, mas até o momento da redação desta matéria, ele ainda não havia sido formalmente notificado sobre a ação.

Amado Batista, natural de Goiás e com 75 anos, é conhecido por sua trajetória de sucesso na música brasileira, mas agora enfrenta um desafio que pode impactar sua reputação e situação financeira.