Na última quinta-feira, 30 de julho, uma tragédia tomou conta da cidade de Bertioga, no litoral sul de São Paulo, quando Bernardo Augusto Rocha, um menino de apenas 11 anos, faleceu após passar mal durante o horário escolar. O aluno teria sofrido uma convulsão, que resultou em sua morte.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, o primo da criança foi chamado pela escola para ser informado sobre o incidente. Imediatamente, uma ambulância foi acionada, levando Bernardo até a Unidade Bertioguense de Especialidades Médicas (Unibem). Posteriormente, ele foi transferido para o Pronto Socorro de Bertioga, onde infelizmente não resistiu.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) registrou o caso como morte suspeita e a Delegacia de Bertioga está atualmente investigando as circunstâncias que cercam a ocorrência.

Esclarecimentos da Prefeitura

Rumores sobre a possibilidade de que o menino ter sido atingido por uma bola durante uma atividade escolar começaram a circular nas redes sociais e na comunidade local. No entanto, a Prefeitura de Bertioga prontamente negou essa informação. Segundo as autoridades municipais, não há qualquer registro de que o evento tenha ocorrido nos livros de ocorrência da escola e nem uma comunicação formal foi feita à direção ou aos professores.

A Prefeitura também ressaltou que as aulas de educação física estão suspensas neste período devido à realização dos Jogos Estudantis, o que inviabiliza a possibilidade de um acidente dessa natureza. Além disso, não foi encontrado nenhum indício de que o menino tenha recebido um impacto em sua cabeça, tanto no prontuário médico quanto no boletim de ocorrência, o que torna a confirmação desse boato impossível com base nos documentos disponíveis até o momento.

Repercussão na Comunidade

A trágica morte de Bernardo gerou grande comoção entre amigos, familiares e a comunidade escolar. Pais e alunos estão inquietos, e muitos pedem esclarecimentos sobre o que realmente aconteceu. A investigação em andamento busca elucidar os fatos para que a situação não permaneça no campo da especulação.

A situação levanta questões importantes sobre a segurança nas escolas e a saúde das crianças, destacando a necessidade de protocolos claros para emergências médicas. A comunidade espera que a investigação traga respostas e medidas que garantam a proteção dos alunos.