No último domingo, 5 de julho, a Seleção Brasileira se despediu da Copa do Mundo de 2026 após uma derrota de 2 a 1 para a equipe da Noruega, nas oitavas de final. Com essa eliminação, o Brasil alcançou a 11ª posição geral, marcando a segunda pior campanha do país em toda a sua história nas Copas do Mundo e o desempenho mais fraco em seis décadas.
A última vez que o Brasil ficou nessa posição foi em 1966, quando a equipe foi eliminada já na fase de grupos. A história se repete, e os fãs da 'amarelinha' amargam um gosto amargo após um torneio que não atendeu às expectativas.
Com 23 participações na competição, a única campanha que superou a atual em termos de insucesso ocorreu em 1934, quando a Seleção Brasileira terminou em 14º lugar, após ser eliminada pela Espanha em apenas uma partida.
Antes da derrota para a Noruega, o Brasil havia conquistado três vitórias e um empate, totalizando 10 pontos, com 10 gols marcados e um saldo de seis gols. A classificação final, que varia do 9º ao 16º lugar, é determinada pela FIFA com base em critérios de desempate entre as seleções que foram eliminadas nesta fase do torneio.
Curiosamente, somente o México, que ficou em 9º lugar com 12 pontos, e a Colômbia, com 10 pontos, superaram o Brasil na classificação entre as seleções eliminadas nas oitavas de final.
Após a eliminação, o clima entre os jogadores é de reflexão e despedida. Neymar Jr., que voltou a balançar as redes pela Seleção Brasileira após 1.031 dias, não conseguiu esconder a tristeza pela saída precoce do torneio. Além disso, Danilo indicou que sua despedida da equipe nacional pode estar próxima, um sinal de que mudanças podem estar a caminho.
Este desempenho decepcionante levanta questões sobre o futuro do futebol brasileiro e a necessidade de reavaliação da estratégia e da formação da equipe em busca de resultados mais satisfatórios nas próximas competições.




