Na manhã desta quarta-feira, 2 de setembro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Projeto de Lei 5.972 de 2023, que institui novos protocolos de atendimento para urgências cardiovasculares no Sistema Único de Saúde (SUS). A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin.
A nova medida tem como principal objetivo a melhoria do atendimento a pacientes que sofrem infartos, permitindo a utilização de medicamentos trombolíticos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Esses medicamentos são fundamentais para dissolver coágulos sanguíneos, restabelecendo o fluxo normal de sangue e, assim, potencializando as chances de sobrevivência dos pacientes.
Durante a sanção, Lula destacou a importância dessa iniciativa no contexto da saúde pública brasileira, afirmando que a implementação destes protocolos será um passo significativo na busca por um atendimento mais rápido e eficaz no SUS. “Estamos comprometidos em salvar vidas e garantir que todos os brasileiros tenham acesso a um atendimento de qualidade em situações de emergência”, declarou o presidente.
O projeto foi elaborado com base em diretrizes de segurança estabelecidas pelo Ministério da Saúde, assegurando que a aplicação dos trombolíticos será feita de maneira controlada e eficaz. A expectativa é que, com essas novas diretrizes, a resposta às emergências cardiovasculares se torne mais ágil e precisa.
Compromissos do Dia
Além da sanção do PL 5.972, o presidente Lula tem uma agenda repleta de compromissos no Palácio do Planalto, que incluem:
- Reunião com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, às 15h.
- Encontro com Oswaldo Malatesta, chefe do Gabinete Pessoal do Presidente, às 16h.
Essas movimentações fazem parte do cotidiano político do presidente, que busca não apenas atender a demandas emergenciais, mas também planejar futuras ações para o fortalecimento do SUS e outras áreas da saúde pública.
Com a sanção deste projeto, o governo federal reafirma seu compromisso com a saúde da população, especialmente em tempos onde as doenças cardiovasculares continuam a ser uma das principais causas de morte no Brasil. As novas diretrizes visam garantir que cada paciente receba a atenção necessária no momento crítico, potencialmente salvando vidas.




