Momento de Terror em Catalão
A mãe de um adolescente de 16 anos, que foi violentamente agredido por um policial militar em Catalão, Goiás, compartilhou os momentos de desespero vividos pelo filho. Segundo ela, o jovem temeu pela própria vida enquanto era atacado.
O incidente ocorreu durante o início do expediente do rapaz em uma oficina de motos. A mãe, que pediu para não ser identificada, relatou que o filho estava apenas cumprindo suas funções quando o policial, sem qualquer justificativa, começou a agredi-lo. "Ele ficou em estado de choque e chegou a pedir socorro", contou a mãe.
Agressões Registradas em Vídeo
Câmeras de segurança da loja de autopeças onde o adolescente trabalhava registraram a brutalidade. As imagens mostram o policial enforcando o jovem e desferindo tapas em seu rosto. O agressor, em um momento de extrema violência, chegou a sacar a arma e ameaçar o garoto, gritando: "Eu vou te matar".
A mãe descreveu a cena com lágrimas nos olhos, expressando sua indignação. "Meu filho passou por um sufoco muito grande. Ele achou que ia morrer naquele momento", disse, reforçando que a situação é revoltante e inaceitável.
Reação da Polícia e Estado de Saúde do Adolescente
A Polícia Militar de Goiás (PMGO) se manifestou sobre o ocorrido, afirmando que tomou conhecimento do caso através das gravações que circularam nas redes sociais. A corporação assegurou que todas as medidas legais e administrativas necessárias estão sendo adotadas.
Em relação à saúde do adolescente, a mãe informou que ele apresenta ferimentos principalmente na região do rosto, além de um machucado na barriga. "Ainda estou sem entender o motivo de o policial ter feito isso. É muito revoltante!", desabafou.
Apelo por Justiça
Desesperada, a mãe clama por justiça e destaca o impacto emocional que o incidente teve no filho. "Ele agora está bem, mas ficou com um trauma profundo. É um menino trabalhador, não merecia passar por isso", afirmou.
Ela expressou sua dor e preocupação, ressaltando que situações de violência como essa podem acontecer com qualquer um, e que é fundamental que a justiça seja feita para que casos semelhantes não permaneçam impunes. "Hoje foi meu filho, amanhã pode ser o filho de alguém. Estou com uma dor imensa no meu coração. Nem consigo ver o vídeo", concluiu.




