Na última quarta-feira, 2 de setembro, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou seu apoio ao recém-eleito presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, destacando sua contribuição para a campanha do político colombiano. Em suas declarações, Trump se referiu a Espriella como 'El Tigre', um nome que, segundo ele, simboliza a força e a determinação do novo líder.

Trump ressaltou que, embora Espriella não fosse considerado o favorito na corrida eleitoral, ele conseguiu superar as expectativas e conquistar a presidência. 'Eu apoiei um senhor, ‘El Tigre’. Gostei do nome dele, ‘El Tigre’. Acho que isso significa que ele é um cara durão. Mas agora ele é o presidente da Colômbia', afirmou o ex-presidente, mencionando que o novo presidente superou nove concorrentes para alcançar sua vitória.

Além de elogiar Espriella, Trump comentou sobre a dinâmica política da América do Sul, notando uma mudança significativa para a direita na região. 'Essa parte do nosso hemisfério está realmente se mostrando muito diferente do que era. Eles passaram da esquerda para a direita. Estão todos indo para a direita', disse Trump, referindo-se a uma tendência crescente entre os países latino-americanos.

A eleição de Espriella marca um novo capítulo nas relações entre Colômbia e Estados Unidos, especialmente no que diz respeito à cooperação em segurança e combate ao narcotráfico. O novo presidente colombiano anunciou sua intenção de intensificar as ações contra grupos criminosos que operam no país, buscando fortalecer os laços com o governo norte-americano nessa área.

Logo após a posse, Trump anunciou a inclusão da Colômbia no Escudo das Américas, uma coalizão de 20 nações que visa combater o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região. Essa iniciativa reflete o compromisso dos Estados Unidos em apoiar a Colômbia em suas estratégias de segurança.

Trump também mencionou que seu governo mantém boas relações com diversos países da América do Sul, mencionando o Brasil como exemplo. Ele não fez referências diretas ao atual presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, mas enfatizou que as nações da região agora demonstram respeito pelos Estados Unidos, destacando uma nova fase nas relações diplomáticas.

Essas declarações do ex-presidente americano ocorrem em um contexto de crescente aproximação entre os governos de direita na América Latina e a administração Trump, refletindo uma tendência de alinhamento ideológico que poderá moldar o futuro político da região.