O Manchester City reafirmou sua posição firme ao recusar uma nova proposta do Barcelona pela contratação do meio-campista Rodri. De acordo com fontes da imprensa britânica, o clube catalão elevou a oferta, mas não alcançou os valores solicitados pelos ingleses.

A cifra exigida pela diretoria do City gira em torno de 70 milhões a 80 milhões de euros (entre R$ 418 milhões e R$ 477 milhões), valores que estão distantes da primeira proposta apresentada pelo Barcelona, que foi de 45 milhões de euros, também com bônus variáveis. Esta proposta inicial foi prontamente rejeitada.

Aos 30 anos, Rodri já manifestou interesse em se unir ao Barcelona, de acordo com informações provenientes de seu entorno. O jogador, que possui contrato com o Manchester City até junho de 2027, enfrenta uma encruzilhada: a diretoria precisa decidir se irá negociar agora ou arriscar perder o atleta sem compensação financeira ao fim do contrato.

O interesse do City em monetizar a venda de Rodri pode estar vinculado à possibilidade de contratar o argentino Enzo Fernández, com o Chelsea estipulando uma pedida de cerca de 120 milhões de libras (aproximadamente R$ 764 milhões). Isso cria uma pressão adicional sobre a gestão financeira do Manchester City.

Rodri está previsto para se reapresentar ao clube nesta sexta-feira (14/8), após um período de férias pós-Copa do Mundo. A expectativa é que o jogador retorne aos treinos e, possivelmente, continue sua trajetória no clube inglês enquanto as negociações entre City e Barcelona prosseguem.

Apesar da especulação intensa em torno de seu futuro, o Barcelona e os representantes de Rodri mantêm uma postura otimista, acreditando que é possível chegar a um acordo final, considerando a importância dos bônus na negociação. O jornalista Fabrizio Romano, especialista em transferências no futebol, corroborou essa expectativa.

Embora Rodri tenha sido vinculado a um possível interesse do Real Madrid, ele parece inclinado a seguir o caminho do Barcelona. Sem um acordo entre as partes, o jogador pode optar por cumprir seu contrato até 2027, o que significaria que ele deixaria o Manchester City sem qualquer custo ao final do vínculo.