A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, agora oficialmente candidata ao Senado pelo Distrito Federal, está reunindo esforços de familiares e aliados para impulsionar sua campanha eleitoral. Com seu marido, Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, Michelle expressou preocupação em cumprir uma agenda intensa, típica de candidatos em período eleitoral.

Diego Torres, irmão de Michelle, foi designado como seu suplente e já desempenhou um papel ativo na campanha ao ler uma carta da ex-primeira-dama durante a convenção do PL-DF, evento em que ela não pôde comparecer devido a problemas de saúde provocados por enxaquecas.

Além de seu irmão, Michelle contará com o suporte de figuras importantes como a governadora Celina Leão (PP), que tenta a reeleição, a senadora Damares Alves e Bia Kicis (PL), que também está concorrendo ao Senado em parceria com Michelle. Essas aliadas têm se mostrado dispostas a intensificar a presença da ex-primeira-dama em eventos de campanha pelo Distrito Federal.

Durante a convenção do PL-DF, realizada no último domingo (2 de agosto), Celina Leão compartilhou uma conversa com Damares, que enfatizou a importância de sua presença em reuniões que Michelle não conseguiria comparecer. 'A Michele falou que tem medo de não dar conta de ir em todas as reuniões. A Damares respondeu: Onde você não for, eu vou estar lá', revelou Celina, destacando a solidariedade no grupo.

A mobilização da família e das aliadas de Michelle reflete uma estratégia clara para maximizar sua visibilidade e apoio durante a campanha, que se intensifica à medida que as eleições se aproximam.